Oração da Serenidade
"Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar; Coragem para modificar aquelas que posso; e Sabedoria para conhecer a diferença entre elas. Vivendo um dia de cada vez; Desfrutando um momento de cada vez. Aceitando que as dificuldades constituem o caminho à paz. Aceitando, como Ele aceitou, este mundo tal como é, e não como Ele queria que fosse. Confiando que Ele acertará tudo contanto que eu me entregue à Sua vontade. Para que eu seja razoavelmente feliz nesta vida e supremamente feliz com Ele eternamente na próxima. Amém."
"Não mostre ao seu Deus o tamanho do seu problema, mostre ao seu problema o tamanho do seu Deus"
"Eu me entrego, com todos os meus problemas e com todos os que eu amo, bem como nossos futuros, nas mãos de Deus, e Nele confio."
Vida não precisa ter medo, basta ter cuidado!
"Se você for esperar pelo motivo certo para fazer alguma coisa, nunca faz nada."
(J)usto (E)special (S)alvador (U)nico (S)abio.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Pensamento do dia...
"A faculdade virou uma instituição financeira que vende diplomas, o aluno é o consumidor interessado em comprar o diploma e o professor é o cara que quer atrapalhar as negociações."
(Desconheço o autor - Blog Pé de Meia)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Curta...
Pensamento do dia:
Se emperrar, force.
Se quebrar, precisava trocar mesmo...
(Desconheço o autor - Blog Pé de Meia)
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Um dia a gente entende...
Que é errando que se aprende
Que envelhecer não significa deixar de ser criança
Que o silêncio é a melhor resposta quando ouvimos uma bobagem
Que ganhar dinheiro não é prioridade em toda profissão
Que os sonhos estão aí para serem alcançados
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos
Que os verdadeiros amigos estão ao nosso lado até o fim
Que a maldade muitas vezes se esconde atrás de uma bela face.
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela
Que quando pensamos saber tudo descobrimos que temos muito a aprender
Que a natureza é a coisa mais bela da vida
Que amar significa se dar por inteiro
Que um só dia pode ser mais importante do que muitos anos
Que se pode confessar com a lua
Que é possível viajar além do infinito
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde
Que um gesto de amor sempre aquece o coração
Que o julgamento alheio não é importante
Que devemos ser criança a vida toda
Que é preciso cultivar a paz interior
Que sonhar é preciso
E que o mais importante de tudo....
é que somos livres para nossas escolhas. E as melhores escolhas são aquelas feitas ao lado de Deus
Aproveite ao máximo cada instante de sua vida, pois ela é única.
(Desconheço o autor Recebi por e-mail do meu amigo Carlos Prado)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
"Deus troveja com voz prodigiosa e realiza maravilhas que não compreendemos."
"A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... não tem sentido..."
(Madre Tereza de Calcutá)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
UMA AMIZADE SINCERA
Não é que fôssemos amigos de longa data. Conhecemo-nos apenas no último ano da escola. Desde esse momento estávamos juntos a qualquer hora. Há tanto tempo precisávamos de uma amigo que nada havia que não confiássemos um ao outro. Chegamos a um ponto de amizade que não podíamos mais guardar um pensamento: um telefonava logo ao outro, marcando encontro imediato. Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nos ti vés se mos presenteado a nós mesmos. Esse estado de comunicação contínua chegou a tal exal tação que, no dia em que nada tínhamos a nos confiar, procurávamos com alguma aflição um assunto. Só que o assunto havia de ser grave, pois em qualquer um não caberia a veemência de uma sinceridade pela primeira vez experimentada.
Já nesse tempo apareceram os primeiros sinais de perturbação entre nós. Às vezes um telefonava, encontrávamo-nos, e nada tínhamos a nos dizer. Éramos muito jovens e não sabía mos ficar calados. De início, quando começou a faltar assunto, tentamos comentar as pessoas. Mas bem sabíamos que já estávamos adulterando o núcleo da amizade. Tentar falar sobre nossas mútuas namoradas também estava fora de cogitação, pois um homem não falava de seu amores. Experimentávamos ficar calados — mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separar mos.
Minha solidão, na volta de tais encontros, era grande e árida. Cheguei a ler livros apenas para poder falar deles. Mas uma amizade sincera queria a sinceridade mais pura. À procura desta, eu começava a me sentir vazio. Nossos encontros eram cada vez mais decepcionantes. Minha sincera pobreza revelava-se aos poucos. Também ele, eu sabia, chegara ao impasse de si mesmo.
Foi quando, tendo minha família se mudado para São Paulo, e ele morando sozinho, pois sua família era do Piauí, foi quando o convidei a morar em nosso apartamento, que ficara sob a minha guarda. Que rebuliço de alma. Radiantes, arrumávamos nossos livros e discos, pre pa rá va mos um ambiente perfeito para a amizade. Depois de tudo pronto — eis-nos dentro de casa, de braços abanando, mudos, cheios apenas de amizade.
Queríamos tanto salvar o outro. Amizade é matéria de salvação.
Mas todos os problemas já tinham sido tocados, todas as possibilidades estudadas. Tínhamos apenas essa coisa que havíamos procurado sedentos até então e enfim encontrado: uma amizade sincera. Único modo, sabíamos, e com que amargor sabíamos, de sair da solidão que um espírito tem no corpo.
Mas como se nos revelava sintética a amizade. Como se quiséssemos espalhar em longo discurso um truísmo que uma palavra esgotaria. Nossa amizade era tão insolúvel como a soma de dois números: inútil querer desenvolver para mais de um momento a certeza de que dois e três são cinco.
Tentamos organizar algumas farras no apartamento, mas não só os vizinhos reclamaram como não adiantou.
Se ao menos pudéssemos prestar favores um ao outro. Mas nem havia oportunidade, nem acreditávamos em provas de uma amizade que delas não precisava. O mais que podíamos fazer era o que fazíamos: saber que éramos amigos. O que não bastava para encher os dias, sobretudo as longas férias.
Data dessas férias o começo da verdadeira aflição.
Ele, a quem eu nada podia dar senão minha sinceridade, ele passou a ser uma acusação de minha pobreza. Além do mais, a solidão de um ao lado do outro, ouvindo música ou lendo, era muito maior do que quando estávamos sozinhos. E, mais que maior, incômoda. Não havia paz. Indo depois cada um para seu quarto, com alívio nem nos olhávamos.
É verdade que houve uma pausa no curso das coisas, uma trégua que nos deu mais esperanças do que em realidade caberia. Foi quando meu amigo teve uma pequena questão com a Prefeitura. Não é que fosse grave, mas nós a tornamos para melhor usá-la. Porque então já tínhamos caído na facilidade de prestar favores. Andei entusiasmado pelos escritórios de co nhe ci dos de minha família, arranjando pistolões para meu amigo. E quando começou a fase de selar papéis, corri por toda a cidade — posso dizer em consciência que não houve firma que se reconhecesse sem ser através de minha mão.
Nessa época encontrávamo-nos de noite em casa, exaustos e animados: contávamos as façanhas do dia, planejávamos os ataques seguintes. Não aprofundávamos muito o que estava sucedendo, bastava que tudo isso tivesse o cunho da amizade. Pensei compreender por que os noivos se presenteiam, por que o marido faz questão de dar conforto à esposa, e esta prepara-lhe afanada o alimento, por que a mãe exagera nos cuidados ao filho. Foi, aliás, nesse período que, com algum sacrifício, dei um pequeno broche de ouro àquela que é hoje minha mulher. Só muito depois eu ia compreender que estar também é dar.
Encerrada a questão com a Prefeitura — seja dito de passagem, com vitória nossa — continuamos um ao lado do outro, sem encontrar aquela palavra que cederia a alma. Cederia a alma? mas afinal de contas quem queria ceder a alma? Ora essa.
Afinal o que queríamos? Nada. Estávamos fatigados, desiludidos.
A pretexto de férias com minha família, separamo-nos. Aliás ele também ia ao Piauí. Um aperto de mão comovido foi o nosso adeus no aeroporto. Sabíamos que não nos veríamos mais, senão por acaso. Mais que isso: que não queríamos nos rever. E sabíamos também que éramos amigos. Amigos sinceros.
Clarice Lispector
"As pessoas realmente ligadas não precisam de ligação física. Quando se reencontram, mesmo depois de muitos anos afastados, sua amizade é tão forte quanto sempre."
domingo, 31 de janeiro de 2010
Eu ouvi Deus.
Recebi por e-mail - Grupo Redação Regional
Eu ouvi Deus
"Levantei chateado já pensando nos inúmeros problemas que eu tinha para resolver naquele dia.
Um gosto amargo na boca, dores pelo corpo e uma angústia esquisita me invadia a alma e dizia que eu não havia dormido bem. E eu parecia uma barata tonta, não tinha idéia de "por onde começar"...
Quando sai para a rua fui surpreendido por um dia maravilhoso, um sol gostoso iluminava um céu azul quase sem nuvens, e eu tive a impressão de que Deus queria falar comigo.
Continuei caminhando e nas árvores da praça perto de casa, dezenas de passarinhos cantavam alegres e disputavam alimentos com uma barulheira festiva, e senti que Deus queria falar comigo.
Olhei para as flores daquele Jardim e me lembrei de Jesus falando aos antigos: "(LC 12:27) "Olhai os lírios no campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.", e mais uma vez senti que Deus queria falar comigo.
Angustiado com meus problemas que pareciam ser os mesmos sempre, parecia que eu nunca iria sair daquele círculo de aflições, quando percebi que minhas pernas estavam me levando por todos os lugares que eu queria, mesmo sem eu ordenar nada, que meus braços eram fortes e eu poderia utilizar essa força para o trabalho, e que meu cérebro possuía ainda um raciocínio muito rápido, e mais uma vez percebi que Deus queria falar comigo.
Mais a frente, vi um menino de no máximo 3 anos, com os bracinhos esticados e nas pontas dos pés pulando para alcançar uma maçã no alto de uma árvore.
Mesmo com todo o seu esforço, empenho e alegria, eu percebi que ele nunca iria conseguir alcançar aquela maçã, e nesse momento eu ouvi Deus me falar que nós somos iguais aquela criança...
Na maioria dos nossos dias colocamos nossa felicidade, nossos melhores sonhos, em lugares tão altos como aquela maçã estava para o menino.
Perseguimos frutos que não estão ao nosso alcance, e desprezamos o belo, as coisas boas que a vida nos oferece e nem damos a devida atenção.
Percebi então, quanto tempo eu estava perdendo amando quem não me amava, trabalhando onde não me sentia feliz, fazendo coisas somente para agradar quem nunca mereceu, desejando coisas que eu nem sabia se me fariam feliz, buscando um Deus da guerra para vencer meus inimigos, quando Deus é só amor.
Então compreendi que a felicidade está onde nós estamos, onde está o nosso coração..
E nesse dia eu ouvi Deus."
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
O que realmente importa na vida - Recebi por e-mail.
Não importa o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
Aqui sua companheira foi machucada e a condição é fatal
Ela foi pega por um carro enquanto voava baixo em uma rua.
Aqui ele traz comida para ela e a atende com amor e compaixão.
e trouxe comida novamente mas ficou chocado ao encontrá-la morta.
tentou move-la ... um esforço raramente visto entre andorinhas!!
mas percebe que sua querida está morta e que nunca mais voltara para ele...
ele chora tristemente a perda de seu adorado amor...
Permaneceu ao lado dela tristemente em sua morte...
Finalmente consciente de que ela não retornaria jamais...
Permaneceu ao lado de seu corpo com tristeza .
Dizem que o fotografo vendeu estas fotos por um valor nominal ao mais famoso jornal da França;
Todas as cópias do jornal foram vendidas no dia em que estas fotos foram publicadas.
E muitas pessoas pensam que os animais não tem cérebro ou sentimentos!!
A HUMILDADE É O MAIOR DEGRAU DA SABEDORIA.
QUEM LÊ, VÊ A VIDA COM OUTROS OLHOS.
TRATE OS DEFEITOS DOS OUTROS COM A MESMA
CONSIDERAÇÃO QUE LIDA COM OS SEUS.
O MELHOR AMIGO É AQUELE QUE NOS FAZ SER MELHOR DO QUE JÁ SOMOS.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Maternidade Cearense.
Tenho que dizer, isso é coisa de cearense sim. Não sei qual hospital, mas sei que não é montagem, pois vi a reportagem sobre essa "redinha" com o bebê...
Muita imaginação para cuidar de bebês! Idéia excelente.
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