Oração da Serenidade

"Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar; Coragem para modificar aquelas que posso; e Sabedoria para conhecer a diferença entre elas. Vivendo um dia de cada vez; Desfrutando um momento de cada vez. Aceitando que as dificuldades constituem o caminho à paz. Aceitando, como Ele aceitou, este mundo tal como é, e não como Ele queria que fosse. Confiando que Ele acertará tudo contanto que eu me entregue à Sua vontade. Para que eu seja razoavelmente feliz nesta vida e supremamente feliz com Ele eternamente na próxima. Amém."

"Eu me entrego, com todos os meus problemas e com todos os que eu amo, bem como nossos futuros, nas mãos de Deus, e Nele confio."

"Não mostre ao seu Deus o tamanho do seu problema, mostre ao seu problema o tamanho do seu Deus"

Vida não precisa ter medo, basta ter cuidado!

"Se você for esperar pelo motivo certo para fazer alguma coisa, nunca faz nada."

(J)usto (E)special (S)alvador (U)nico (S)abio.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quando a vida beijar tua face...


Muitas vezes, nos preocupamos em demasia com questões que julgamos importantes refletir sobre elas. Certa vez, estava eu refletindo sobre uma frase dita por Jesus Cristo, que chocou o mundo naquela época e que até hoje não conseguimos digeri-la suficientemente. A frase “abalou Bangu”, como se diz na gír...ia de hoje.


“Se alguém bater em tua face, ofereça a outra”.

...complicado não? – pensava eu. Como poderia deixar que me batessem sem que eu esboçasse um mínino de reação? É muito difícil para o ser humano aceitar tal provocação. E eu sou humano! – dizia a mim mesmo.

De repente, fui interrompido por uma criaturazinha, que deveria ter não mais que dois anos de idade. Petulantemente, a tal criaturazinha, além de me tirar de uma importante reflexão sobre a generosidade humana, começou a puxar, insistentemente, a perna de minha calça e ainda por cima se utilizando de um argumento cínico em seu sorriso. Parei minha reflexão e me agachei para atendê-la. Qual não foi minha surpresa, a criaturazinha parou de me importunar e começou a correr e a olhar para trás sorrindo.

...correndo e sorrindo ...correndo e sorrindo.

Então, larguei de vez aquela tola reflexão e, subitamente, comecei a correr atrás dela, também.

...correndo e sorrindo ...correndo e sorrindo.

Até que pude alcançá-la. Rolamos na grama daquela praça, feito dois irresponsáveis.

...rolávamos e sorríamos ...rolávamos e sorríamos.

Só depois de exaustos de tantos risos irresponsáveis é que nos detemos. Mas a criaturazinha não se contentou com aquilo. Levantou-se e,

...correndo e sorrindo ...correndo e sorrindo,

arrancou uma flor do jardim daquela praça e voltou sorrindo para me oferecê-la.

Foi aí que caiu a ficha

...e as lágrimas, também.

Eu, preocupado com a questão sobre oferecer ou não oferecer a outra face quando a baterem, aquela criaturazinha estava beijando a minha face e eu não estava me dando conta disso.

A criaturazinha, ...o Sol, ...as flores, ...a praça.

Todos estavam querendo beijar a minha face.

Depois daquele dia é que aprendi:

Quando a vida beijar tua face, ofereça a outra.

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